O casamento DIY da Laís e do Fernando

Oi noivinhas! 👰

Hoje tem história do casamento da Laís: que organizou uma cerimônia em 4 meses e traz várias dicas incríveis. A gente quer aderir ao #nãovaitersalto já! 😍  Alem disso, a história é um grande ensinamento sobre como tentar não ‘enlouquecer’ com tanta coisa que acontece quando se é noiva – e aqui inclui-se a cadela Maia que revolveu fugir bem na hora do casório.

Casamento DIY
Vem ler:

Faz pouco tempo que eu ingressei na vida de igreja. E, de uma vez, resolvi cumprir com todos os sacramentos num ano só. Um deles era o matrimônio.  Eu já morava com o Fer há 2 anos e meio e o casamento na igreja passou a ser uma direção em comum.  Nós queríamos o sentido real da coisa: oficializar nossa união sob a benção de Deus, unir aqueles que mais amamos e nos divertir. Queríamos algo simples, que tivesse nossa cara. 
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Foram 4 meses de estresse, de bolso apertado e muita correria (isso porque nós mesmos fizemos nossas lembrancinhas e arranjos florais meus e das madrinhas). Nossa cerimônia foi feita na igreja católica, na paróquia em que somos servos. Como começamos a nos organizar 4 meses antes da data, a decoração da igreja já estava escolhida pela outra noiva. Dei muita sorte, ela tinha escolhido flores rosa claro com branco e o tipo da flor só ia depender do que estivesse mais bonito no mercado. Nada cheio de rococó nem nada muito grande. Perfeito! Simples e bonito.
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No dia eu chamei todos os padrinhos para se arrumarem na nossa casa. Foi ótimo, os meninos ajudaram o Fer a arrumar os instrumentos na igreja e no salão (a banda dele ia tocar na festa e nossos amigos do grupo de oração iam tocar na igreja) e as meninas puderam se arrumar com tranquilidade. Contratamos um maquiador e um cabeleireiro para elas, e eu fiz questão de fazer a minha sozinha. Como sou bailarina clássica e de dança do ventre, entendo de maquiagem de palco. Por isso optei por fazer minha própria maquiagem e foi um momento meu. De tranquilidade no meio do furacão.
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Na mesma linha da simplicidade que tivesse nossa cara, eu comecei a procura do vestido, faltando 2 meses. Entrei em um milhão de sites para dar uma olhada, mas o que me apertasse, me marcasse ou me fizesse parecer um bolo me incomodava. Já estava pensando em comprar um vestido de praia e entrar descalça. Mas aí eu encontrei o Amor é Simples. Foi amor à primeira vista, logo de cara eu encontrei o vestido perfeito! E não só isso, o valor entrava no orçamento! Não poderia ser mais perfeito… Mas podia.
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Juntei minhas madrinhas num grupo e começamos a falar de roupas, sapatos e maquiagem… Até o momento eu não sabia nada sobre a roupa dos meninos, porque o Fer queria fazer surpresa. Mas aí uma das madrinhas começou a dizer que se nós entrássemos de tênis, ia combinar muito com os meninos. Dito e feito. Acolhemos a ideia e rolou a #nãovaitersalto no nosso dia! Agora sim, não tinha como ficar melhor!
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Aos 45 do segundo tempo, eu estava pronta para subir para a igreja, toda pronta, com o buquê na mão. E cadê a cachorra? A Maia tinha fugido pelo portão que ficou aberto em algum momento. Desespero total, pára tudo que eu não vou subir se não encontrar a Maia! Liguei pra minha mãe e em 2 segundos até o padre sabia que a cachorra tinha fugido. A cena: eu, de noiva, correndo e gritando “Maia” no meio da rua junto com a fotógrafa, uma madrinha e o cabeleireiro. O padrinho que ia me levar de carro chegou e disse pra eu fechar a casa e entrar no carro. Daríamos mais uma volta no quarteirão e subiríamos com ou sem ela porque não dava mais pra esperar. Foi o que eu fiz. “Se você fosse a Maia, pra onde iria?” e eu disse “fazer cocô!” fizemos o caminho que eu faço com ela todas as noites. Ela estava bem feliz, voltando por esse caminho. Demos um cavalo de pau na rua, eu desci do carro e agarrei a Maia. Colocamos ela no carro e, no bar em frente, todos me olhavam como se eu fosse maluca. Eu me endireitei e disse “Agora eu vou casar!” e rolou uma ôla para mim no bar!
A cerimônia foi linda. O Fer não quis me dizer qual música ia tocar na minha entrada (eu achava que ia ter a marcha do Darth Vader pra me zuar). Quando as portas abriram, eu o vi no altar, com o violão em punho e cantando Meu Sol para mim. Sozinho, a plenos pulmões. Foi bem difícil controlar a emoção!
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A decoração da festa eu disse pra decoradora: “Pensa em algo laranja, o que você achar bonito” E ficou tudo muito lindo! Era uma amiga da família do Fer e ela me conheceu quando estávamos namorando. E completou “A japonesa te fisgou mesmo heim!”
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Uma das coisas que eu não abri mão: a tranquilidade de aproveitar a festa. Eu combinei com a fotógrafa, que é amiga de uma amiga, que eu não queria nada daquele padrão de 6000 fotos posadas. Não queria me lembrar só de tirar fotos. Queria que as fotos me ajudassem a lembrar do sentimento daquele dia. Que ilustrasse a comunhão com nossos amigos e familiares. E assim foi!
Se eu pudesse dar um conselho às futuras noivas é: Casem. Vai ser difícil, vai ser estressante, você e seu
noivo vão discutir várias vezes. Mas não desistam. Mantenham a calma e conversem bastante, tudo vai se ajeitando. Casar é o momento mais lindo que vocês vão ter até então. Não tenham vergonha de pedir ajuda. Não se preocupem demais com a festa, com a comida, com a decoração. Preocupem-se em se divertir e fazer de uma forma que tenha a identidade de vocês.
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Outra coisa incrível sobre os noivos: ela adotou o sobrenome dele e ele o dela: Laís e Fernando Izumi Ribeiro. ❤️ Eles moram em Pirituba/SP. O vestido de noiva é nosso Veneza.

Laís, obrigada por compartilhar sua história com  a gente e por nos deixar fazer parte do seu grande dia. Desejamos muito amor!

 

 

 


Postado por O Amor é Simples
Vestidos para noivas que acreditam na simplicidade do amor.

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