O casamento rock ‘n’ roll da Josy e do Carlos

Qual a chance de você encontrar o amor da sua vida no Tinder? E a de ele sonhar com um casamento exatamente como você sonha? Venha conhecer a história da Josyane e do Carlos, de Minhas Gerais: um match perfeito!

Conheci o Carlos em 2016 pelo TINDER, foi tipo amor ao primeiro Match. ❤️
Marcamos um primeiro encontro um pouco depois de muita conversa onde descobrimos amigos em comum. Um tempinho depois, foi oficial: decidimos namorar! A partir daí foi tudo muito rápido, logo ficamos noivos e decidimos nos casar.

Eu sempre disse que seria uma noiva diferente, que me casaria de All Star e ao som de November Rain – Guns N’ Roses. E por incrível que pareça, o Carlos sonhava em tocar November Rain no casamento! Sobre o uso do All Star, nem preciso dizer ne?

Uma das primeiras coisas que eu fiz foi ir em busca de um vestido, pois pra mim seria muito difícil encontrar um vestido não convencional, que não fosse bufante, nem colado e apertado, era meu sonho ter um vestido que voasse com o vento, que eu pudesse dançar e ele esvoaçar para todos os lados, e que tivesse um detalhe em preto. Comecei a minha busca e acreditem, eu NUNCA experimentei vestido de noiva em lojas de noiva!

Passava na vitrine e odiava aquele monte de volume e tecido. Encontrei O Amor é Simples em uma busca no Google, e me apaixonei pelo Gaia: sabia que era ele, chorei quando o vi pela primeira vez. Então conheci a Évelin, uma pessoa maravilhosa que foi paciente e calma comigo, que tirou inúmeras fotos e adorou a ideia de um cinto preto pro meu vestido, meu Gaia. ❤️

Comprei o vestido com 1 ano de antecedência, mantive ele guardado até 2 meses antes do casamento, quando fui mandar ele pros ajustes, e eu chorava toda vez que via a beleza e simplicidade dele.

Fiz cada convite à mão, um por um, pois queríamos economizar pra montar a nossa casa. Ele fez a arte, a gráfica imprimiu, comprei material e os fiz, assim como fiz também em casa as lembrancinhas. Tinha o nosso toque em tudo, pois era um sonho que fosse assim, escolhi a decoração simples, porém delicada e elegante, e claro, tinha que ser ao ar livre!

Fomos criando e montando cada detalhe do grande dia. Convidamos somente pessoas essenciais em nossa vida, não passando de 100 convidados. Ganhei uma super mão que é a Andréa Geise, minha decoradora, que me ajudou a tornar nosso sonho real. Cada flor pensada e escolhida com tanto amor e carinho que eu não resisti e peguei alguns botões de rosas para colocar na cabeça!

As flores foram todas artificiais, não tivemos cerimonialista, minha tia e meus pais nos ajudaram muito, não tivemos garçons no salão onde realizamos o jantar, pois queria deixar todos bem a vontade, e assim foi: todos rindo, conversando e comemorando conosco nosso dia. Mal sabiam eles que passei o dia anterior limpando e organizando o salão, que meus pais fizeram cara lembrancinha que estava em cima das mesas e que foi graças a isso que pudemos proporcionar um jantar maravilhoso e bem simples (ao som de flash back).

Hoje, alguns meses após o casamento o que eu sempre digo pras noivas que conheço é que sejam elas mesmas, escolham a música que quiserem, as flores que mais se identificam, e que tenham um tempinho para organizar tudo, que sejam fiéis as suas ideias e gostos. Meus pais não aceitavam me casar ao ar livre, em uma religião que não é a deles, mas quando viram que era isso que eu queria foram os primeiros a me apoiar!

E por fim, quebramos todos os protocolos padrões de um casamento! Eu segurei um relicário o casamento todo com uma foto do meu Paidrinho, cheguei em um fusca azul (outro sonho), o noivo tocou guitarra para a minha entrada (solo de November Rain) e ainda cantou Aleluia.

Casamos todos de tênis, inclusive os 2 pagens e a daminha, e foi o dia mais feliz de nossas vidas mesmo com a chuva do dia! Nos casamos embaixo de tendas em um parque municipal, onde enquanto nos casávamos haviam famílias fazendo piquenique, crianças jogando bola, pessoas treinando…

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